Encandescente

Chegou à Fugas Lusas nova remessa das palavras (poéticas) da autoria de Encandescente . Com uma escrita crua, despretensiosa, urbana, Encandescente põe em palavras o que muitas vezes guardamos cá dentro, sem pudor de pôr o dedo nas feridas (perdoar-me-ão a falta de inspiração para crítico literário). Como elogio digo apenas que quem comprou voltou pelos outros títulos e espera ansiosamente novidades, que parecem estar para breve, tal a febre de escrita de que padece Encandescente.

Os títulos disponíveis: Encandescente, Erotismo na Cidade e Palavras Mutantes.

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Para aguçar o apetite (direitos reservados):

“Cala o Canto, ó Poeta

Porque falas de mim, ó poeta
Quando te dizes triste,
Quando te dizes só?
Porque és eco de mim, ó poeta,
Porque me falas quando te falas,
Porque está na tua a minha voz?
Cala o canto, ó poeta!
Silencia as palavras,
Não as fales assim
Que as quero ouvir,
Que as não quero saber,
Que as escondo
Até de mim!”

Haverá por aí algum fadista capas de cantar isto? Não fora a falta de dotes musicais e seria eu o trovador.

Foto da autoria de Raul Alexandre, de quem teremos em breve a oportunidade de ver uma mostra de trabalhos na Fugas Lusas.

~ por Rogério Silveira em Sábado 30 Junho, 2007.

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