O Livro das Receitas Nojentas

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Da autoria de Luccy Pepper, e editado pela KULTO, as Receitas Nojentas são receitas com aspecto horroroso e nomes que fariam um porco ficar com vontade de vomitar. Contudo, são deliciosas. Podes aprender a cozinhar coisas muito saborosas ao mesmo tempo que aterrorizas os teus pais, irmãos e amigos. As avós, particularmente, vão achar estas receitas um nojo… Apenas por causa do nome, pois se tiverem coragem para as provar, vão querer que lhas ensines. No fim, poderás dizer “Eu é que fiz”. E deixas aos outros a tarefa de lavar a louça! Não te esqueças também de pedir a ajuda dos crescidos pois vais precisar de facas e de mexer no lume.

Estas receitas são diversificadas e divertidas de fazer. Há doces, há petiscos, há pratos maiores, há bebidas, há de tudo um pouco. Não só temos a certeza de que te vais divertir à grande, como também vais ser eleito o cozinheiro do ano… ok, do mês, pronto! Mesmo que não gostes de cozinhar vais rir até te doer a barriga com os nomes e descrição das receitas e com as ilustrações da Lucy.

O livro até deu origem a um programa de televisão

Os da Fugas Lusas têm um preço abaixo do do mercado e vêm autografados pela autora que é nossa amiga!

Entretanto, e para estrear a inserção da Fugas Lusas na literatura paa os mais pequenos (e não só) estã igualmente disponíveis os títulos:

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Herbário*
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado no programa de português do 5º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada na sala de aula – Grau de Dificuldade II

Jorge Sousa Braga**
Cristina Valadas***

 *Sinopse: As folhas de papel deste livro são preenchidas com outras folhas, as das árvores e das plantas que desconhecemos, mas que se tornam cada vez mais familiares, à medida que folheamos e descobrimos um novo poema e uma nova ilustração. Em “Herbário”, as palavras brincam umas com as outras, para nos responder a alguns “por quês”: Por que é que o cogumelo usa um chapéu?, Por que é que o girassol olha para o Sol?, Por que é que as ervas daninhas são tão infelizes?… As respostas encontradas não são cientificamente comprovadas, mas são com certeza as mais divertidas…

** Jorge Sousa Braga nasceu em 1957, em Vila Verde, e é médico no Porto. Os seus cinco primeiros livros de poesia, publicados nos anos oitenta, encontram-se reunidos em O  Poeta Nu (1991). A nota irónica e um profundo sentimento de ternura perante o mundo constituem duas marcas que podemos encontrar na sua escrita. Traduziu para português poemas de Jorge Luís Borges, Matsuo Bashô, Li Po e Appolinaire. Organizou também a antologia  O  Vinho e as Rosas (1995).***Cristina Valadas é, consensualmente, um dos nomes a reter no universo da nova pintura portuguesa. Nasceu em 1965, no Porto, onde vive e trabalha. O seu trabalho como artista plástica desenvolve-se em duas vertentes: a pintura e a ilustração para a infância. Licenciada em pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, participou, desde 1988, em numerosas exposições individuais e colectivas, em Portugal e no estrangeiro. O seu trabalho de pintura tem sido distinguido com inúmeros prémios dos quais se destacam o Prémio Maluda, em 2000, e o Prémio Almada Negreiros, em 1997. Na área da ilustração para a infância, obteve em 1999 uma menção especial do Prémio Nacional de Ilustração com a obra “O Herbário”, de Jorge Sousa Braga. O mesmo livro foi distinguido em 2000 com o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para a Infância. papamedida.jpg

Esta é a história de uma menina que procura um “papá” que “combine” com a sua extraordinária “mamã”, uma mamã que, além de jogar matraquilhos e berlindes, de saber andar de patins, fazer contas de cabeça e fazer puzzles, é maior, mais forte, mais bonita, mais inteligente e mais desportista do que as outras mamãs. Narrado na primeira pessoa, coincidente com uma voz infantil, este conto em formato de álbum narrativo estrutura-se a partir de um conjunto de estruturas paralelísticas, um esquema no qual o adjectivo, primeiro no grau normal e, depois, no grau comparativo de superioridade, a servir ao narrador o seu propósito de enaltecimento das qualidades da sua “mamã”, é o recurso fundamental. Esta estratégia marca também a segunda parte do texto, momento em que a atenção do sujeito de enunciação se centra na idealização de um “papá” perfeito para a sua “mamã”. A interacção semântica do texto verbal e do texto icónico é, neste livro, muito expressiva, sustentando, inclusivé, muito do seu sentido cómico. Divertido, pelas ilustrações sublimes e desconstrutor de estereotipos de género e sociais. Recomenda-se, portanto. O livro mereceu uma alargada e enaltecedora crítica literária na última edição do jornal Expresso.

~ por Rogério Silveira em Sexta-feira 20 Julho, 2007.

Uma resposta to “O Livro das Receitas Nojentas”

  1. Na escola onde trabalho recebemos a Kulto na biblioteca🙂

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