(Mais do que) Agendas para 2008

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De Cebolais de Cima a Sarilhos Grandes
Portugal está cheio de vilas, aldeias, lugares e lugarejos com nomes que nem ao diabo lembraria! Na hora de dar nome aos sítios que são nossos— e que por sentirmos nossos, decidimos baptizar— não fizemos qualquer cerimónia com a as palavras: chamámos as coisas “pelo seu nome” e o resultado é um mapa toponímico colorido, muitas vezes poético, aqui e ali povoado de sonoridades estranhas e combinações surpreendentes de palavras. Para o ano que agora se inaugura, a agenda do Planeta Tangerina propõe uma viagem divertida pela toponímia portuguesa. Para, em cada semana, descobrir um lugar surpreendente, com sotaque bem português.

Uma edição do Planeta Tangerina

Ilustrações: Bernardo Carvalho, Madalena Matoso, Yara Kono, Isabel Minhós Martins

PVP: 7.50 €

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Culinário 2008
“Quando o cardo dourado floresce e a cigarra ruidosa pousada nas árvores derrama a sua canção que nasce das asas, no penoso tempo estival, as cabras estão mais gordas e o vinho é melhor […]
Então desejas a sombra de umas rochas e vinho de Biblos, um requeijão e o último leite de cabra e a carne de uma vaca alimentada a erva, que ainda não pariu, e de cabritos recém-nascidos, com a barriga cheia, quererás beber vinho radioso, à sombra, onde corre uma brisa ocidental. De uma nascente perene, que corre límpida, recolhe três medidas de água e a quarta, de vinho.” HESÍODO, Os Trabalhos e os Dias
As receitas deste calendário foram retiradas dos vários livros de gastronomia editados pela Assírio & Alvim. Cada receita convida o leitor a conhecer melhor os livros de onde foram recolhidas.

Uma edição Assírio e Alvim

PVP: 9.52 €

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Poemário 2008
Para os que têm pouco tempo para a poesia, mas não estão disposto a dela abdicar. Inície cada novo dia com um poema renovado; ofereça-o os dos dias de aniversário aos amigos e familiares. Volte sempre aos de que mais gosta.

“Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: Aqui… além…
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente…
Amar! Amar! E não amar ninguém!
Recordar? Esquecer? Indiferente!…
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!

Há uma Primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!

E se um dia hei-se ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder… pra me encontrar…”

Florbela Espanca, Charneca em Flor (1930)

Uma edição Assírio e Alvim

PVP: 9.52 €

~ por Rogério Silveira em Terça-feira 4 Dezembro, 2007.

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