•Sexta-feira 17 Julho, 2009 • 1 Comentário

Julho 021-1

Novo fórum Luísa Todi?

•Quarta-feira 15 Julho, 2009 • 1 Comentário

Novo fórum Luísa Todi apresentado pela primeira vez

O projecto do novo fórum Luísa Todi foi apresentado pela primeira vez ao público. Paulo Ramos e Cidália Worm, arquitectos do atelier especializado em salas de espectáculos, Espaço, Tempo e Utopia, revelam que o fórum foi “ampliado com as proporções do volume original” e que procuraram “valorizar os elementos arquitectónicos mais relevantes e preservar a memória colectiva”. “É uma intervenção contemporânea, mas discreta”, conclui Paulo Ramos.

Com o novo projecto, a entrada do fórum vai passar a ser efectuada pelo alçado poente, como “já acontecia no anterior teatro Dona Amélia”, revela Paulo Ramos. Esta opção é justificada com a existência de “mais espaço”, que torna o local “mais confortável” e que vai permitir que “os espectáculos transpareçam para fora”, com a criação de um arranjo exterior e um espelho de água que permite “acontecer pequenos happenings”.

O novo projecto vai permitir ao Luísa Todi ganhar “novas valências”, como a ópera, congressos, café-concerto ou exposições. Para isso, foi aumentado o palco, “fundamental para que a sala possa estar inserida numa rede de divulgação de espectáculos”, e criada uma sala polivalente sobre a caixa de palco, com “vista panorâmica, mas que também pode ser obscurecida”. Além disso, vai ser criado um playground, onde os espectadores podem deixar as crianças. Com estas mudanças, Maria das Dores Meira, presidente da câmara de Setúbal, acredita que o fórum pode vir ser “a melhor sala de espectáculos do país”.

Paulo Ramos acrescenta ainda a criação de “novas acessibilidades para pessoas de mobilidade condicionada, da eliminação da separação entre o balcão e a plateia e a modernização do equipamento cénico”. Além disso, revela que vai ser “conservado o tecto, a linguagem de horizontalidade e as letras identificativas” do fórum. Quanto ao revestimento, apesar de ser substituído devido às condições acústicas e térmicas, vai ser “mantida a palete de cores existentes”. Com todas estas mudanças, a lotação do fórum Luísa Todi vai ser reduzida, passando para 635 espectadores.

Quanto aos problemas que levaram ao atraso nas obras, Pedro Ribeiro, engenheiro da a2p, empresa responsável pela estrutura do novo projecto, revela que alguns eram “expectáveis, mas não tantos”. Em relação às questões sísmicas, o engenheiro explica que o fórum Luísa Todi foi “uma das primeiras utilizações integrais em betão armado” e, como tal, “a disposição das armaduras não tinha capacidade de deformação durante um sismo”. Assim, foi necessário “o reforço pontual de uma área de intervenção brutal”, que exigiu um “esforço e um custo muito grande”.

Pedro Ribeiro revela ainda que os relatórios mostravam que a água estava um metro abaixo do solo, quando na realidade está a 40 centímetros, algo que era imprevisto porque “a cave não mostrava sinais” de humidade. Esta água, “com uma produtividade imensa”, levantou “problemas complexos à impermeabilização e de como confinar a água”. No entanto, o engenheiro recusa falar em “derrapagens”, o que considera uma “discussão falseada”, uma vez que estes eram “problemas que existiriam sempre e tinham de ser resolvidos, mais tarde ou mais cedo”.

Por sua vez, a arquitecta Ana Monteiro da Costa realça a complexidade do processo de arquitectura, considerando “estranho” que este seja, “por vezes, esquecido”. Quanto a uma possível data para a conclusão dos trabalhos de requalificação do fórum Luísa Todi, Pedro Ribeiro garante que a resposta tem de ser dada pela fiscalização e pelo empreiteiro da obra.

Pedro Soares – 15-07-2009 12:17

Paio de Migos de Porco Preto Pata Negra

•Quarta-feira 8 Julho, 2009 • 1 Comentário

Para levar ou saborear in loco

paio

Queijo de Azeitão e Manteiga de Ovelha

•Terça-feira 7 Julho, 2009 • 2 comentários

Acabadinhos de chegar:

queijoazeitaocadernos

A origem e o segredo veio das beiras há dois séculos, 1830, pela mão de Gaspar Henriques de Paiva, que vem para Azeitão e dedica-se à agricultura. Trouxe ovelhas leiteiras e talvez por nostalgia da sua terra natal, todos os anos mandava vir um queijeiro para que o leite do seu rebanho produzisse o tão afamado Queijo Serra da Estrela, mal supondo estar a dar origem a um dos mais apreciados queijos de ovelha nacional, o Queijo de Azeitão.

O queijeiro mais tarde viria a partilhar os seus ensinamentos com as gentes da vila e do povoado vizinho, que se foi transmitindo a sucessivas gerações de queijeiros-artesãos, que deram a fama ao tão apreciado Queijo de Azeitão, felizmente ainda hoje bem presente entre nós.

Se o método de fabrico é o tradicionalmente utilizado na região da Serra da Estrela, é contudo a outra Serra que se deve a singularidade do queijo de Azeitão: a Arrábida, onde estão reunidas as condições necessárias à criação do gado ovino, que se estende por uma linha de montes e vales ao longo da península de Setúbal, apresentando, no seu conjunto, uma extraordinária exuberância de flora.

manteiga

Manteiga de soro de leite de ovelha, de cor amarela muito clara e que deve o seu sabor característico às qualidades do leite da região e ao processo de fabrico. Esta manteiga é um subproduto do fabrico do Queijo de Azeitão.

História
Devido ao processo de fabrico do Queijo de Azeitão, nomeadamente a salga do leite, o aproveitamento do soro na região sempre se fez através da produção de manteiga a partir da gordura obtida pelo desnate do soro.
Vários historiadores apontam a originalidade de tal procedimento face a outras regiões queijeiras, bem como as características únicas do produto. ao longo da história da produção do Queijo de Azeitão a manteiga de ovelha foi sempre uma constante, tendo inclusive existido um local de concentração do soro da região para produção de manteiga.

A produção de Manteiga de Ovelha está confinada à área geográfica de produção do Queijo de Azeitão – DOP.

Bruaá volta a picar “O Ponto”

•Segunda-feira 6 Julho, 2009 • 1 Comentário

capaponto


Nesta inspiradora e cativante história, Reynolds demonstra o poder de um pequeno encorajamento. Uma narrativa textual e pictórica mínima traduzem a frustração de Vera que amua junto à sua folha em branco no final da aula de desenho: “Eu não sei desenhar!” A professora sabiamente responde: “Tenta fazer uma marca qualquer e vê onde ela te leva.”  A renitente rapariga pega num marcador e crava-o na folha fazendo um pequeno ponto. A professora devolve a folha à Vera e pede: “Agora, assina.” Quando a Vera regressa na semana seguinte, encontra o seu desenho assinado pendurado por cima da secretária da professora, o que inspira a potencial artista a voos mais altos. Algumas páginas mais tarde, são-nos revelados os inúmeros pontos da Vera (até mesmo uma pequena escultura com o mesmo motivo) na exposição de arte da escola, onde um rapaz a elogia por ser uma “artista incrível”. Quando ele insiste na ideia de não saber desenhar, a Vera vai emular a professora no seu exemplo de encorajamento. Feitas em aguarela, tinta e chá, as simples e delicadas ilustrações de Reynolds exalam frescura e um tom quase infantil. Oferecendo um raro equilíbrio entre subtileza e hipérbole, este álbum de pequeno formato dará aos jovens artistas mais reticentes o estímulo e o encorajamento necessários à espontaneidade na sua expressão artística. Reynolds consegue exactamente o mesmo que a sua personagem principal: criar um trabalho notável a partir de um início enganadoramente simples. Publishers Weekly

Num álbum de grafismo original, Vera afirma não saber desenhar e todos os seus esforços serão, portanto, em vão. Até ao momento em que a sua professora lhe pede para fazer uma marca qualquer. É uma descoberta. Contra todas as expectativas, este ponto é o início duma grande carreira artística. À descoberta dos talentos escondidos… e, sobretudo, duma sólida auto-confiança. Ricochet-Jeunes

Eis um breve e simples livro que diz tanto. A Vera está sentada com um papel em branco à sua frente e garante:“Eu não sei desenhar!”. A professora pede-lhe: “Tenta fazer uma marca qualquer e vê onde ela te leva.”  A Vera crava um ponto na folha e a professora pede-lhe que assine. Na semana seguinte, a Vera vê o seu ponto “numa magnífica moldura dourada”. A partir daí, a Vera irá explorar a sua criatividade(…)
Reynolds inspira-nos e a forma como finaliza a história dá vontade de abraçar o livro. Este não é um daqueles livros que leva mensagens escondidas, simplesmente uma terna história que ecoará em todas as idades. Children’s Literature

Esta pequena jóia de livro conta a história de Vera… É o princípio de uma paixão por pontos de diferentes cores, tamanhos e padrões. Uma maravilhosa lição sobre o que é a arte. Washington Post

Um conto sábio e encantador para todas as idades. Yellow Brick Road

Noutras mãos, esta história sobre o poder do espírito criativo poderia tornar-se num sermão de pendor moralista, mas Reynolds consegue manter a voz fresca e a mensagem subtil. Book Links

“A simplicidade em si mesma, tal como o ponto do título, este pequeno livro carrega uma grande mensagem.” Booklist

“O ponto” é um pequeno álbum com um grande, quente e vibrante ponto laranja na capa. Dentro, nada mais nada menos que a exploração da origem da criatividade. A exploração hábil da urgência da criação artística; um tópico sempre difícil, mas ao qual Peter Reynolds dá a volta de uma forma divertida.”Eu não sei desenhar!” diz Vera. A sua professora sugere uma forma de criar sem ficar bloqueado nos pormenores. O seu primeiro passo é convencer a Vera a fazer uma marca qualquer no papel, em seguida pedir-lhe que assine a sua obra e por fim emoldurá-la; eis o mercado artístico numa breve “pincelada”. Yellapalooza

Prémios ganhos

The Christopher Award
Oppenheim Toy Portfolio Platinum Award Winner
Irma S. and James H. Black Honor – Bank Street College of Education
Chicago Public Library Best Books for Children and Teens
Nick Jr. Family Magazine – “Best of 2003” Awards – “Most Inspiring Book”
Borders Original Voices Selection
Best Book of the Year – Valerie Lewis “Children’s Book
Book Sense 76 selection
Babyzone Amazing Book Awards 2003
Book Links Editor’s Best of 2003
Chapman Awards for Best Classroom Read-Alouds
1er Prix lab-elle adulte

“Andar por aí” n’ “As duas estradas”

•Quinta-feira 2 Julho, 2009 • Deixe um Comentário

andar

“Andar por aí”,

De Isabel Minhós Martins e Madalena Matoso

É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem.Andar por aí é ir ao encontro do mundo.

É saborear as pequenas coisas, as pequenas descobertas. É fazer o que pedem os pés, ir atrás do procuram as mãos, seguir a vontade dos olhos.

O rapaz deste livro costuma andar por aí com o seu avô.

Não se trata de um passeio na companhia um do outro, mas de algo bem diferente: o avô vai sempre à frente, entretido com os seus afazeres; o rapaz vai mais atrás, ocupado com tudo que vai encontrando pelo caminho.

Sejam montes de areia, pedras, minhocas ou poças de chuva, para o rapaz tudo é motivo de interesse, motivo de paragem e espanto.

Vai quase sozinho, o rapaz, aquele quase-sozinho que nos faz sentir seguros, mas livres: «Dou passos grandes, passos pequeninos, arrasto os pés pelo chão, dou dez voltas ao sinal proibido, conto os pinos do passeio e, quando chego ao 23, digo, contente: “Já são mais do que os meninos da minha sala”».

O rapaz aprecia tanto estas aventuras, que estranha não encontrar outros companheiros lá fora: «Os meus vizinhos de cima é que ainda não perceberam bem a piada que é andar por aí. Se os chamo, dizem: Que está a dar desenhos animados… Que é quase hora do lanche… Que está muito vento… Ou que vem lá chuva…». Conseguirá fazê-los mudar de ideias ?

Conseguirá fazê-los apreciar a maravilha que é andar, vaguear, vadiar por aí…?

Um livro que fala da liberdade que encontramos na rua.

Um livro que é também uma homenagem ao verdadeiro tempo livre, aquele que realmente faz crescer.

Título: Andar por aí
Texto: Isabel Minhós Martins
Ilustrações: Madalena Matoso

Formato: 220 x 280
N.º  de páginas: 32
ISBN: 978-989-8145-03-1
PVP: 12.
90 €

estrada1estrada2

“As Duas Estradas”,

De Isabel Minhós Martins e Bernardo Carvalho

1.º  Volume da Trilogia “Histórias Paralelas”

A estrada antiga e a estrada nova.

Dois caminhos possíveis para chegar ao mesmo destino.

Duas viagens quase paralelas, cada uma com as suas peripécias.

Quem andou mais quilómetros?

Quem chegou mais depressa?

Quem encontrou mais surpresas?

Quem ficou mais cansado?

Quem aproveitou melhor o tempo?

Quem nem deu pelo tempo passar?

Quem enjoou pelo caminho?

Quem chegou “num tirinho”?

As respostas encontram-se estrada fora.

Apertem os cintos, vamos lá  arrancar…

Orientações

É indiferente por onde se começa a viagem:

se seguirmos pela capa encarnada, entraremos primeiro na estrada antiga, a sinuosa e já um pouco mal tratada N126; se escolhermos a capa azul, entraremos sem grandes hesitações na auto-estrada A1.

Mal cheguemos ao destino, não devemos esquecer, porém, que há uma outra viagem a fazer: a da capa contrária, que espera por nós já ao virar do livro.

Título: As Duas Estradas
Texto: Isabel Minhós Martins
Ilustrações: Bernardo Carvalho
Formato: 215 x 195
N.º  de páginas: 32
ISBN: 978-989-8145-09-3
PVP: 11.
90 €

Castelbel: novidades

•Quarta-feira 1 Julho, 2009 • 3 comentários

Castelbel

A Castelbel é uma companhia Portuguesa tradicional dedicada ao fabrico de sabonetes e fragrâncias caseiras, situada no Norte de Portugal, não muito longe do Vale do Rio Douro, onde as encostas íngremes se precipitam no rio, assumindo pitorescos socalcos de vinhas e oliveiras.

Inspirados no calor do sol Português, os nossos produtos conseguem captar os aromas, as cores e o ambiente do país e as nossas fragrâncias, ricas e evocativas, alimentam a alma com o espírito de Portugal.

Posso dizer apenas que os sabonetes (experimentei já o laranja, tomate e mangericão, chá branco, lírio) fazem do duche matinal um momento hedónico de íntimo luxo. O ambientador de figo e pêra, transporta-me a cada entrada em casa para o quintal dos avós paternos num doce interminável dia de Junho.

Novidades em exposição desde hoje.